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Disruption Blog

Category: Transformação Digital na Formação e Gestão de Pessoas (page 1 of 3)

A necessidade de acesso ao conhecimento “imediata” e “ubíqua” pede a disponibilização do conteúdo formativo certo, no momento certo e na plataforma certa.

Nas escolas como no mundo profissional, a formação tem que competir com as várias solicitações que recebemos a todo o momento e encontrar uma forma de eliminar distrações, focar a atenção e motivar alunos e profissionais para conteúdos que, à primeira vista, podem não parecer muito excitantes. É aqui que entra o Game-Based Learning.

O Game-Based Learning é uma abordagem poderosa para motivar alunos e profissionais. Os fatores que tornam os jogos de entretenimento motivadores e com grande adesão podem ser aplicados em jogos educacionais. Isto leva-nos a concluir que os fatores que tornam os jogos “bem feitos” em jogos divertidos, motivadores e com grande adesão, também podem ser aplicados em jogos construtivos e educacionais, transformando-os no veículo ideal para a passagem de conhecimento em ambientes de estudo e formação.

No Ensino Superior, o desafio coloca-se às universidades através dos MOOC: Massive Open Online Courses. OS MOOC são cursos fornecidos integralmente na internet com um preço muito baixo ou mesmo grátis. As principais plataformas que os disponibilizam são a edX, a Coursera e a Udacity, que contam já com milhões de inscritos e centenas de cursos das melhores universidades do mundo.

A Realidade Aumentada na formação da nova realidade

A última edição do “RALI – Realidade Aumentada em Lisboa”, organizado pela IT People na sede da Microsoft, veio despertar-nos para o estado da arte da Realidade Aumentada e suas implicações, profissionais e pessoais, desde o lazer à religião. A tecnologia tende a evoluir e a massificar-se, sendo um dos grandes vetores da revolução digital que já está a acontecer nas empresas e a alastrar a outros setores da sociedade. Até recentemente, os custos associados a sistemas que envolvessem Realidade Aumentada mantinham estas tecnologias apenas ao alcance das áreas militar e espacial, e de alguma indústria. Hoje em dia, até em dispositivos móveis está disponível, fazendo dela uma opção incontornável em (quase) todos os desenvolvimentos de User Experience. Debruçando-nos um…

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A formação online em tempo real

A gestão de formação nas organizações é uma das principais responsabilidades dos gestores de recursos humanos, tendo um peso significativo na valorização e realização profissional dos elementos de qualquer equipa. Fazendo nota ao artigo “A Revolução Digital na Formação e o desenvolvimento do Capital Humano”, ainda que o modelo de formação clássica presencial seja bastante apreciado e mesmo insubstituível em inúmeros casos, é cada vez mais árdua a tarefa de reunir um número de formandos que partilhem a mesma necessidade formativa, na mesma sala, obedecendo a uma calendarização previamente estabelecida (e pouco flexível), especialmente devido à mobilidade geográfica das equipas. Hoje o trabalho à distância é uma opção cada vez mais “sexy” para os profissionais, mas que acarreta desafios cada…

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Formar as pessoas para os desafios da Cibersegurança

Num Mundo 4.0 cada vez mais digital e ligado, em que um crescente número de dispositivos apresenta capacidade computacional e conectividade alargadas, os riscos de cibersegurança têm evoluído para patamares de presença e perigosidade quase impensáveis há apenas uma dúzia de anos. Formação e alerta permanentes em cibersegurança passaram a ser críticos nas organizações. O tema não é novo e o primeiro trabalho académico sobre software “auto-replicativo” deve-se ao matemático John Von Neumann, em 1949. O primeiro vírus experimental, o “The Creeper”, só surgiu em 1971 e foi programado por Robert Thomas (da empresa “BBN (Bolt, Beranek and Newman) Technologies”) para testar os fundamentos teóricos descritos por John Von Neumann duas décadas atrás. O programa infetava um computador DEC PDP-11…

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Recrutamento e Onboarding – Os Recursos Humanos como “evangelizadores” do Digital

A reunião anual do Forum Económico Mundial, em Davos, é sempre uma oportunidade para assistir a trocas de pontos de vista entre políticos, investidores, empreendedores, investigadores, financeiros e industriais. Uma “janela” para ouvir e tentar perceber as prioridades e desafios num mundo cada vez mais complexo. Se é certo que individualidades como Donald Trump, Theresa May, Emmanuel Macron e Narenda Modi, abriram os noticiários desta edição, foram os temas tecnológicos e os seus impactos no novo “Mundo 4.0” que, de uma forma quase permanente, captaram as atenções e dominaram os debates. Sem surpresa, um dos tópicos que emergiu, foi o da “Gestão do Talento nas prioridades dos CEO”. Ficou patente a importância cada vez mais crítica: do recrutamento; do desenvolvimento e…

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