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Disruption Blog

Category: Transformação Digital na Formação e Gestão de Pessoas (page 1 of 2)

A necessidade de acesso ao conhecimento “imediata” e “ubíqua” pede a disponibilização do conteúdo formativo certo, no momento certo e na plataforma certa.

Nas escolas como no mundo profissional, a formação tem que competir com as várias solicitações que recebemos a todo o momento e encontrar uma forma de eliminar distrações, focar a atenção e motivar alunos e profissionais para conteúdos que, à primeira vista, podem não parecer muito excitantes. É aqui que entra o Game-Based Learning.

O Game-Based Learning é uma abordagem poderosa para motivar alunos e profissionais. Os fatores que tornam os jogos de entretenimento motivadores e com grande adesão podem ser aplicados em jogos educacionais. Isto leva-nos a concluir que os fatores que tornam os jogos “bem feitos” em jogos divertidos, motivadores e com grande adesão, também podem ser aplicados em jogos construtivos e educacionais, transformando-os no veículo ideal para a passagem de conhecimento em ambientes de estudo e formação.

No Ensino Superior, o desafio coloca-se às universidades através dos MOOC: Massive Open Online Courses. OS MOOC são cursos fornecidos integralmente na internet com um preço muito baixo ou mesmo grátis. As principais plataformas que os disponibilizam são a edX, a Coursera e a Udacity, que contam já com milhões de inscritos e centenas de cursos das melhores universidades do mundo.

User Experience nos sistemas críticos e na formação de utilizadores

A sociedade tem de se preparar para uma perda massiva de empregos nos próximos anos (outros serão criados, claro). No último estudo do McKinsey Global Institute, “What the future of work will mean for jobs, skills, and wages”, estima-se que até ao final da próxima década, e só nos Estados Unidos da América, devido aos avanços nos campos da Robótica e da Inteligência Artificial, um terço dos atuais empregos deixem de existir… Cerca de setenta milhões. Extrapolando, mutatis mutandis, para o resto do mundo… caminharemos para oitocentos milhões de empregos que, pura e simplesmente, vão desaparecer numa dúzia de anos. Note-se que, como referido no artigo “Estamos preparados para o Recrutamento Digital?”, as novas máquinas e algoritmos não necessitam sequer…

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Ultrapassar o analfabetismo científico e tecnológico

Uma parte significativa da “população ativa” do mundo ainda tem insuficiente literacia científica e tecnológica, tornando-se-lhe mais difícil perceber os riscos (e as oportunidades) deste novo “Mundo 4.0” em que já estamos mergulhados. É imperioso e urgente investir na sua formação e desenvolvimento. O Presidente do Instituto Superior Técnico, Arlindo Oliveira, no seu artigo “Iliteracia tecnológica, o novo analfabetismo”, faz uma lúcida análise do tema. Reproduz-se aqui um excerto absolutamente marcante e elucidativo: “… No final do século XX, quem não sabia ler e escrever estava, na prática, impedido de cumprir plenamente o seu papel de cidadão, por estar privado do acesso à informação e de uma forma adequada de manifestar publicamente as suas opiniões. No século XXI, quem não…

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A nova “Caixa Mágica” da formação

Em 2004, o Professor Coimbatore Prahalad, no seu livro “The fortune at the bottom of the pyramid”, alertava para a enorme capacidade empreendedora e poder de aquisição dos mais pobres, vistos de uma forma global. Prahalad insistia em que as empresas deveriam inovar e revolucionar os seus negócios, contemplando todas aquelas pessoas que estavam na “base da pirâmide económica” e garantindo assim a prosperidade das partes. Nem a propósito, em 2017, o The Wall Street Journal no seu artigo, “The End of Typing: The next billion mobile users will rely on Video and Voice”, analisa a forma como o perfil tecnológico do próximo milhar de milhão de utilizadores da Internet (“the next billion”, como a indústria já os apelida) será…

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Estamos preparados para o Recrutamento Digital ?

As áreas de gestão de Recursos Humanos, tradicionalmente mais conservadoras e, pela sua natureza, muito baseadas em interações humanas, podem vir a ter um papel fundamental na adoção (e preparação das pessoas para a adoção) de novos sistemas online baseados em algoritmos de Inteligência Artificial. O “Bot Traffic Report” de 2016, da Imperva InCapsula, que há cinco anos estuda o tráfego “automático” na Internet, indica-nos que 48% do tráfego é realizado por seres humanos. Os restantes 52% já são realizados por máquinas, os ditos “Bot”. Este é um valor que tenderá inevitavelmente a crescer, à medida que os algoritmos se desenvolvem e os sistemas de Inteligência Artificial  começam, paulatinamente, a fazer mais, melhor, com menos erros e mais barato do…

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