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Disruption Blog

Category: Transformação Digital na Formação e Gestão de Pessoas (page 1 of 3)

A necessidade de acesso ao conhecimento “imediata” e “ubíqua” pede a disponibilização do conteúdo formativo certo, no momento certo e na plataforma certa.

Nas escolas como no mundo profissional, a formação tem que competir com as várias solicitações que recebemos a todo o momento e encontrar uma forma de eliminar distrações, focar a atenção e motivar alunos e profissionais para conteúdos que, à primeira vista, podem não parecer muito excitantes. É aqui que entra o Game-Based Learning.

O Game-Based Learning é uma abordagem poderosa para motivar alunos e profissionais. Os fatores que tornam os jogos de entretenimento motivadores e com grande adesão podem ser aplicados em jogos educacionais. Isto leva-nos a concluir que os fatores que tornam os jogos “bem feitos” em jogos divertidos, motivadores e com grande adesão, também podem ser aplicados em jogos construtivos e educacionais, transformando-os no veículo ideal para a passagem de conhecimento em ambientes de estudo e formação.

No Ensino Superior, o desafio coloca-se às universidades através dos MOOC: Massive Open Online Courses. OS MOOC são cursos fornecidos integralmente na internet com um preço muito baixo ou mesmo grátis. As principais plataformas que os disponibilizam são a edX, a Coursera e a Udacity, que contam já com milhões de inscritos e centenas de cursos das melhores universidades do mundo.

A formação online em tempo real

A gestão de formação nas organizações é uma das principais responsabilidades dos gestores de recursos humanos, tendo um peso significativo na valorização e realização profissional dos elementos de qualquer equipa. Fazendo nota ao artigo “A Revolução Digital na Formação e o desenvolvimento do Capital Humano”, ainda que o modelo de formação clássica presencial seja bastante apreciado e mesmo insubstituível em inúmeros casos, é cada vez mais árdua a tarefa de reunir um número de formandos que partilhem a mesma necessidade formativa, na mesma sala, obedecendo a uma calendarização previamente estabelecida (e pouco flexível), especialmente devido à mobilidade geográfica das equipas. Hoje o trabalho à distância é uma opção cada vez mais “sexy” para os profissionais, mas que acarreta desafios cada…

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Formar as pessoas para os desafios da Cibersegurança

Num Mundo 4.0 cada vez mais digital e ligado, em que um crescente número de dispositivos apresenta capacidade computacional e conectividade alargadas, os riscos de cibersegurança têm evoluído para patamares de presença e perigosidade quase impensáveis há apenas uma dúzia de anos. Formação e alerta permanentes em cibersegurança passaram a ser críticos nas organizações. O tema não é novo e o primeiro trabalho académico sobre software “auto-replicativo” deve-se ao matemático John Von Neumann, em 1949. O primeiro vírus experimental, o “The Creeper”, só surgiu em 1971 e foi programado por Robert Thomas (da empresa “BBN (Bolt, Beranek and Newman) Technologies”) para testar os fundamentos teóricos descritos por John Von Neumann duas décadas atrás. O programa infetava um computador DEC PDP-11…

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Recrutamento e Onboarding – Os Recursos Humanos como “evangelizadores” do Digital

A reunião anual do Forum Económico Mundial, em Davos, é sempre uma oportunidade para assistir a trocas de pontos de vista entre políticos, investidores, empreendedores, investigadores, financeiros e industriais. Uma “janela” para ouvir e tentar perceber as prioridades e desafios num mundo cada vez mais complexo. Se é certo que individualidades como Donald Trump, Theresa May, Emmanuel Macron e Narenda Modi, abriram os noticiários desta edição, foram os temas tecnológicos e os seus impactos no novo “Mundo 4.0” que, de uma forma quase permanente, captaram as atenções e dominaram os debates. Sem surpresa, um dos tópicos que emergiu, foi o da “Gestão do Talento nas prioridades dos CEO”. Ficou patente a importância cada vez mais crítica: do recrutamento; do desenvolvimento e…

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User Experience nos sistemas críticos e na formação de utilizadores

A sociedade tem de se preparar para uma perda massiva de empregos nos próximos anos (outros serão criados, claro). No último estudo do McKinsey Global Institute, “What the future of work will mean for jobs, skills, and wages”, estima-se que até ao final da próxima década, e só nos Estados Unidos da América, devido aos avanços nos campos da Robótica e da Inteligência Artificial, um terço dos atuais empregos deixem de existir… Cerca de setenta milhões. Extrapolando, mutatis mutandis, para o resto do mundo… caminharemos para oitocentos milhões de empregos que, pura e simplesmente, vão desaparecer numa dúzia de anos. Note-se que, como referido no artigo “Estamos preparados para o Recrutamento Digital?”, as novas máquinas e algoritmos não necessitam sequer…

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