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Disruption Blog

Category: Transformação Digital (page 1 of 6)

Por estes dias, os termos “Transformação Digital” ou “Disrupção Digital” inundam a literatura da gestão, do marketing e da tecnologia. São, portanto, novos clichés que todos usam mas poucos sabem o que verdadeiramente significam. Ou, pelo menos, podemos dizer que não há uma visão consensual sobre este tema.

Podemos definir Transformação Digital como “a utilização das novas tecnologias digitais pelas empresas, para melhorar radicalmente o desempenho dos seus negócios“. Ou seja, não basta falarmos do habitual papel das tecnologias para tornar o negócio mais eficiente, mais preciso ou mais escalável. Temos de falar de descontinuidades, de transformação radical.

São vários os exemplos de setores onde a Transformação Digital já chegou e está a provocar alterações profundas aos “players” anteriormente estabelecidos que podem, no limite, desaparecer. Ou podem reinventar-se e ficar mais fortes.

Afinal quando é que os carros terão piloto automático?

O tema dos carros autónomos (ou auto-conduzidos) tem invadido a discussão sobre os avanços tecnológicos. A paixão dos media e dos adeptos de tecnologia é compreensível pois o avanço da realidade desafia a ficção e todos nós compreendemos a revolução que haverá quando não for preciso conduzir um veículo para ir de um ponto A para um ponto B. Mas quando será realidade e que passos intermédios viveremos até esse momento tão desejado? Qual é na realidade a distância para algo que todos dizem que vai acontecer, mas que parece tão complexo? A corrida está lançada e, para além dos grandes gigantes da indústria automóvel (GM, Ford, Daimler, Renault-Nissan, BMW, VW, PSA, Volvo, etc), outros novos competidores têm projetos avançados…

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A Revolução Digital na Formação e o desenvolvimento do Capital Humano

Os desafios que o “digital” hoje coloca são transversais à sociedade e, em termos empresariais, as oportunidades são imensas. Procurar-se-á, neste artigo e nos seguintes, abordar o tema do “digital” na gestão das pessoas. Ao contrário das anteriores três grandes revoluções da história da humanidade (a “Revolução Cognitiva” (iniciada há 70.000 anos), a “Revolução Agrícola” (iniciada há 12.000 anos) e a “Revolução Industrial” (iniciada há 500 anos apenas, mas com maior expressão nos séculos XVIII e XIX)), esta quarta revolução em que estamos a entrar e que poderemos denominar “Revolução Digital”, vem alterar completamente o paradigma da evolução do conhecimento. Entramos numa nova era da Humanidade, em que, à “Evolução, Experiência e Cultura”, se acrescenta uma nova fonte de conhecimento:…

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Monitorizar e transmitir saúde

A revolução dos wearables, ou dispositivos vestíveis, tem um grande potencial para contribuir para a prevenção de problemas de saúde. Os wearables estão diretamente ligados ao conceito de Internet of Things – uma rede de objetos ligados entre si que utilizamos no dia a dia e pela qual partilhamos informação, de forma segura. Para entender os wearables, é necessário recordar como os dispositivos computacionais evoluíram desde o final de 1970, com a introdução de máquinas pessoais ou personal computers – os PCs. Se, a partir dos anos 80, conquistaram os lares, começaram depois a evoluir para dispositivos de diversos tamanhos e formatos alimentados por baterias que permitiram uma mobilidade inédita. Toda esta evolução viabilizou uma mudança radical na relação do…

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Inovar sem utilidade?

Nascida no Japão no início da década de 90, Chindogu é a arte de inventar um objeto engenhoso que, à primeira vista, parece a solução ideal para um problema específico, mas que na prática não tem grande utilização. As invenções são muitas vezes bem-humoradas e resolvem um problema quotidiano, mas de uma forma muito pouco convencional e muitas vezes embaraçosa. Estas características, na prática, impedem a sua utilização no dia-a-dia. As fotografias no cabeçalho deste artigo mostram alguns exemplos, como os pauzinhos para comer com uma ventoinha que arrefece a comida. O conceito foi inventado por Kenji Kawakami, um inventor japonês, e depois foi popularizado no mundo ocidental por Dan Papia. Kawakami e Papia escreveram em 1995 o livro 101…

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