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Disruption Blog

Category: Internet of Things (page 1 of 2)

Nesta categoria de artigos sobre Internet of Things (IoT), vamos partilhar a nossa visão sobre como desenhar ecossistemas desta natureza, como tirar partido da tecnologia existente, qual o seu impacto na experiência dos utilizadores e quais os principais erros a evitar.

Evitando ser muito preciosistas com a definição de Internet of Things, ao usarmos o termo IoT referimo-nos à interligação entre equipamentos físicos (sensores, atuadores, telemóveis, computadores, veículos, edifícios e outros), que permitem a aquisição e troca de dados e de comandos. Assumimos que na maior parte das vezes os equipamentos estão disponíveis, direta ou indiretamente, através da internet.

Já usamos no dia a dia muitas coisas consideradas “Internet of Things”, mas temos ainda muito espaço para criar novas soluções que aumentem o nosso conforto e simplifiquem as tarefas da nossa vida pessoal e profissional.

Serviços IoT: a magia da previsão de comportamentos

No anterior artigo “Serviços IoT: avatares de serviço” iniciámos uma discussão sobre a forma como a Internet of Things (IoT), Machine Learning e User Experience (UX) têm que se articular para responder ao grande objetivo de qualquer negócio de consumo: antecipar as necessidades dos utilizadores e agir. Naquele artigo, vimos como a experiência do utilizador fica enriquecida quando os equipamentos e dispositivos – sensores e atuadores – não se limitam a uma utilização local.  Ao proporcionar uma experiência uniforme através da cloud, um serviço pode ser usado em qualquer lado e a importância dada pelo utilizador transfere-se do equipamento ou dispositivo para o próprio serviço. No presente artigo, tecemos algumas considerações sobre a influência determinante que a inteligência dos sistemas…

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Serviços IoT: avatares de serviço

Antecipar as necessidades dos utilizadores e agir É relativamente fácil encontrarmos literatura sobre a Internet das Coisas, ou em Inglês, Internet of Things (IoT). Para o verificar, basta procurarmos no Google por “Internet of Things” e repararmos no número de resultados retornados – 203 milhões, à data de escrita deste artigo. Aliás, também contamos com algumas publicações sobre o tema no nosso blog. Também é frequente encontrarmos conteúdos sobre Machine Learning, que, como se pode ler na wikipedia, é “uma subcategoria da informática que (…) dá aos computadores a capacidade de aprender sem serem explicitamente programados”. Como referência, deixamos aqui uma extensa lista de cursos sobre Machine Learning que estão disponíveis na internet. Da mesma forma, o tema do Desenho…

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Bicicletas, turbinas e gémeos digitais

A invasão dos produtos “inteligentes” e “ligados” Num artigo desta série, denominado “E se as maçãs tivessem internet?“, vimos como a tecnologia está gradualmente a entrar nas nossas vidas quotidianas e demos um olhar sobre o que poderá ser um futuro próximo, em que as nossas casas e os nossos carros comunicam para aumentar o nosso conforto e simplificar as tarefas da nossa vida pessoal e profissional. Mas esta revolução tecnológica não se limita aos espaços doméstico e pessoal. O mesmo está a acontecer na indústria, onde a sofisticação tecnológica se faz notar, entre outras coisas, pelo gradual e sistemático aumento do número de equipamentos munidos com sensores, cujos dados podem posteriormente ser analisados por técnicos especializados. Hoje em dia…

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Smart Cities, Internet of Things e… Frank Sinatra

Não podemos assumir que toda a gente que lê este artigo sabe o que significa Internet of Things e Smart Cities, porque aquilo que é óbvio para uns, pode não ser para outros, pelo que vamos apresentar estes dois conceitos, embora de forma ligeira. Internet of Things De acordo com a wikipedia, a Internet das Coisas (Internet of Things ou IoT) é a “interligação de dispositivos físicos, edifícios, softwares, sensores, atuadores e outras coisas eletrónicas, bem como a conectividade que permite que estes objetos colecionem e troquem dados”. Pela descrição, percebemos a natureza predominantemente tecnológica da Internet of Things. Quando o conceito apareceu, a sua aplicabilidade era maioritariamente para otimizar operações, com máquinas autónomas e relativamente inteligentes. Smart Cities Já…

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